Professor de jiu-jítsu preso por crimes sexuais é flagrado com celular escondido em presídio de SP
- Deyvi Souza

- 15 de jul.
- 1 min de leitura
O professor de jiu-jítsu Melqui Galvão, que está preso preventivamente por investigações relacionadas a crimes sexuais, foi flagrado com um telefone celular escondido na roupa íntima durante uma vistoria no Presídio Especial da Polícia Civil, na Zona Norte de São Paulo.

A revista foi realizada pela Corregedoria Geral da Polícia Civil após denúncias sobre a entrada e o uso irregular de aparelhos eletrônicos dentro da unidade prisional. Durante a fiscalização, os agentes apreenderam quatro celulares em duas celas. Um dos aparelhos estava escondido com Melqui Galvão.
Segundo as autoridades, o material apreendido será submetido à perícia para verificar se os aparelhos eram utilizados para manter contato com pessoas fora do presídio e se houve tentativa de interferência nas investigações em andamento.
Melqui Galvão está preso desde abril deste ano e é investigado por suspeita de crimes sexuais contra alunas. As investigações tiveram início após a denúncia de uma adolescente de 17 anos, que afirmou ter sido vítima de abuso durante uma competição de jiu-jítsu realizada no exterior. Após a divulgação do caso, outras mulheres também procuraram a polícia para relatar situações semelhantes.
O caso segue sob investigação da Polícia Civil e da Justiça. Paralelamente, as autoridades apuram como os celulares ingressaram no presídio e se houve facilitação por parte de terceiros para a entrada dos aparelhos na unidade.
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