EUA e Israel atacam o Irã e conflito escala no Oriente Médio

Bombardeios começaram no fim de fevereiro e já provocaram milhares de mortos e tensão global
Os Estados Unidos e Israel iniciaram uma ofensiva militar contra o Irã no final de fevereiro de 2026, em uma operação conjunta com ataques aéreos e mísseis contra bases militares, sistemas de defesa e outras instalações estratégicas iranianas.

A operação chamada por autoridades militares de “Operation Epic Fury” atingiu diversas cidades iranianas, incluindo áreas próximas à capital Teerã. Israel informou que centenas de alvos militares foram atingidos nas primeiras horas da ofensiva, utilizando cerca de 200 aviões de combate e mais de mil bombas.
Retaliação e escalada do conflito
Após os bombardeios iniciais, o Irã respondeu com ataques de mísseis e drones contra bases dos EUA e aliados no Oriente Médio, atingindo locais em países do Golfo e aumentando o risco de uma guerra regional.
Também foram registrados ataques contra infraestrutura energética e instalações militares, o que elevou os preços globais do petróleo e gerou preocupação com a segurança do Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial.
Mortes e consequências políticas
Relatórios apontam que mais de mil pessoas já morreram no Irã desde o início dos ataques, além de centenas de vítimas em outros países afetados pelo conflito.
Entre os acontecimentos mais impactantes está a morte do líder supremo iraniano Ali Khamenei nos primeiros dias da ofensiva, o que levou à escolha de seu filho, Mojtaba Khamenei, como novo líder do país.
Repercussão internacional
A escalada militar provocou forte reação internacional. Países e organizações globais pedem cessar-fogo e negociação diplomática, enquanto governos retiram funcionários de embaixadas e monitoram possíveis desdobramentos militares na região.
O conflito continua em andamento e é considerado uma das crises geopolíticas mais graves dos últimos anos, com impacto potencial na segurança global e na economia mundial.
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